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“Vovós sim, velhas jamais” celebram Dia do Idoso dançando

Neste ano grupo do Barão já participou de quatro festivais e conquistou seis troféus

As integrantes do grupo “Vovós sim, velhas jamais”, do Instituto Anglicano Barão do Rio Branco (IABRB), não poderiam ter celebrado o Dia do Idoso de outra forma que não fosse dançando. Neste 1º de outubro, o grupo apresentou-se na Casa de Repouso Barão de Cotegipe e a agenda para os próximos dias segue com muitos compromissos.

Festival Guarapuava – o mais recente que o grupo participou e também foi premiado

Na dança, as 12 idosas do grupo da Faculdade da Experiência encontraram muito mais do que uma atividade que proporciona qualidade de vida. Na dança, o grupo consolidou laços de amizade e agora colhe os frutos da dedicação que empresta a cada coreografia, vencendo junto. “Nós não fazemos nenhum tipo de seleção, não impomos nenhum critério, porque na verdade são as vovós que nos escolhem. Dessa forma, meu papel é lapidar o grupo para que possamos mostrar o nosso melhor no palco”, explica a professora Meliza Rizzi.

Neste ano, as vovós já participaram de quatro festivais de dança, conquistando seis troféus. A última premiação foi trazida do Festival da Melhor Idade, de Guarapuava/PR, onde Mara Malysz recebeu o troféu de bailarina destaque. “Este troféu não é só meu, é de todo o grupo e também da professora Meliza, sempre tão dedicada a nós. A emoção que senti foi única e inexplicável, receber esse reconhecimento é maravilhoso”, destaca a bailarina.

Ao invés de duas estrelinhas, agora Mara faz quatro e, de acordo com a professora Meliza, esta é uma clara demonstração da dedicação e evolução do grupo. “É muito gratificante, não é uma questão de sorte, é muito trabalho. As vovós se dedicam, ensaiam e ainda destinam tempo para ajudar a pensar nas coreografias e em formas criativas para custearmos essas participações”, conta Meliza.

Mara com o troféu de Bailarina Destaque

Há quatro anos as “Vovós sim, velhas jamais” competem em festivais, participações que ajudam a compreender cada vez mais o universo da dança e a sistemática de cada evento. “É um crescimento, tanto meu quanto delas. Embora os resultados tenham sido ótimos, sabemos que podemos melhorar ainda mais”, projeta a professora, já pensando na próxima competição, que acontece em Piratuba/SC, no mês de novembro.

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